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Internacional

Chile reduz jornada de trabalho de 45 para 40 horas semanais e se torna o 3º país latino a adotar a medida

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SANTIAGO – O Congresso do Chile aprovou na terça-feira, 11, uma lei que reduz a jornada de trabalho de 45 para 40 horas semanais. A nova medida será implementada gradualmente nos próximos cinco anos.

Assim, o Chile torna-se, depois de Equador e Venezuela, o terceiro país da América Latina com uma carga de trabalho de 40 horas semanais, em comparação com as 48 que, por exemplo, vigoram em Argentina, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai, segundo a OIT. Por sua vez, a carga horária no Brasil é de 44 horas semanais.

“Para as pessoas que estão em suas casas […], que muitas vezes precisam deixar seus filhos ainda dormindo porque devem sair muito cedo, este é um projeto que vai contribuir enormemente para a nossa qualidade de vida”, comentou a ministra do Trabalho, Jeannette Jara.

Integrantes do Parlamento do Chile comemoram aprovação da redução da jornada de trabalho no país para 40 horas semanais Foto: Câmara de Deputados do Chile / EFE

Integrantes do Parlamento do Chile comemoram aprovação da redução da jornada de trabalho no país para 40 horas semanais Foto: Câmara de Deputados do Chile / EFE

O projeto, que já havia sido votado no Senado, foi aprovado na Câmara dos Deputados por 127 votos a favor, 14 contra e três abstenções.

A proposta “teve muita oposição e muitos consideraram que era impossível […] Priorizou-se uma melhor qualidade de vida”, disse a ministra à AFP.

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Internacional

Cida Arruda: “A história de sucesso da empresária que venceu nos EUA”

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A CEO Cida Arruda  empresária e proprietária da Cida’s Services, tomou a decisão de imigrar para os EUA, a 25 anos atrás. “Meu marido trabalhava como Camelô no Brasil e teve alguns problemas com a prefeitura que retirou ele do local de trabalho. Também ao abrir uma pequena loja em Goiania tudo deu errado, os pagamentos eram realizados em cheques e quase todos eram devolvidos, com isso veio a falência e o desemprego bateu na porta da nossa família, ele ficou desempregado por 1 ano”, relata a Empresária.

Cida Arruda - Foto: Reprodução

Cida Arruda – Foto: Reprodução

Nesse momento difícil da vida Ela e o Marido tiveram a ideia de irem para os EUA,  em busca do grande sonho americano. “Fomos então tirar o nosso visto, onde o meu e da minha filha de 9 anos foi aprovado, e do meu marido e do meu filho de 1 ano foi negado. Meu marido então veio pelo México, com a intencão de ficar apenas por 2 anos e eu fiquei no Brasil com as criancas. Mas passado 6 meses, meu marido queria voltar para o Brasil ou que eu viesse com meus filhos”, conta Cida.

Cida Arruda - Foto: Reprodução

Cida Arruda – Foto: Reprodução

Mesmo trabalhando nos EUA não conseguiram pagar as dívidas no Brasil: “Por não conseguirmos pagar as dívidas Eu e minha filha fomos ameacadas de morte pelos credores. Foi então que veio a grande decisão, mandei minha filha em uma excursão para Orlando EUA, e Eu comecei minha jornada de travessia com meu bebê nos bracos pelo México”, relata emocionada.

Cida Arruda - Foto: Reprodução

Cida Arruda – Foto: Reprodução

Para conhecer a história de sucesso dessa empresária nos Estados Unidos, acompanhe minha coluna semanal, siga também as redes sociais da Palestrante e CEO Cida Arruda no Instagram @cidaarruda e @canalconectandopessoas  Tik Tok @cidasservices  Facebook no Link e no Canal do You Tube @canalconectandoPessoas

 

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Internacional

De Mindelo a Portugal: a jornada de Bia Morais em busca de novos horizontes

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Bia Morais - Foto: Reprodução

Desde a sua formação inicial em artes e ofícios na Escola Industrial e Comercial do Mindelo, Bia Morais se tornou um exemplo inspirador de como a paixão pelas artes pode conduzir a uma carreira diversificada e influente. Bia tem trilhado um caminho de sucesso contínuo, explorando diversas facetas do mundo artístico e empresarial. A sua mudança para Portugal foi um marco decisivo que permitiu não só aprofundar os seus estudos em design de comunicação e artes plásticas, mas também expandir suas perspectivas culturais e profissionais.

Bia Morais - Foto: Reprodução

Bia Morais – Foto: Reprodução

Em 2014, Bia Morais assumiu a Presidência do Conselho da Administração da Câmara do Comércio Luxemburgo Cabo Verde (CCLCV). Ao assumir o cargo, sua gestão foi marcada por uma abordagem que valoriza tanto a inovação criativa quanto o compromisso social, refletindo sua crença no poder das artes como ferramenta de engajamento e transformação social.

Em entrevista à sua mais nova assessoria, o Grupo Pérolas de Rikardo, ela cita os maiores desafios da carreira. “Os maiores desafios na minha profissão incluem a constante evolução das tecnologias e das tendências de design, que exigem que eu me mantenha atualizada e continue a desenvolver minhas habilidades. Além disso, lidar com prazos apertados e expectativas dos clientes pode ser desafiador, pois requer organização e capacidade de gerenciar o tempo de forma eficaz.

Bia Morais - Foto: Reprodução

Bia Morais – Foto: Reprodução

Também enfrento o desafio de manter um equilíbrio entre a criatividade e as necessidades práticas dos projetos, garantindo que minhas soluções sejam funcionais e visualmente impactantes ao mesmo tempo. Por fim, a concorrência no mercado pode ser intensa, exigindo que eu me destaque e demonstre meu valor único como profissional de design”, diz ela em declaração exclusiva ao Grupo. O Grupo Pérolas de Rikardo, inclusive, está muito feliz com mais essa parceria de peso e, para quem quer ter visibilidade na Europa, a assessoria é o caminho.

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Internacional

A Diplomata Joana Duarte aborda o tema do abuso psicológico

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De acordo com a especialista Joana Duarte, “se o seu parceiro ou parceira frequentemente faz comentários desse tipo, ou similares, e você começa a duvidar da sua percepção dos fatos e da sua sanidade mental, é importante ficar atento, pois você pode estar sendo vítima de abuso emocional, também conhecido como gaslighting”.

Diplomata Joana Duarte - Foto: Reprodução

Diplomata Joana Duarte – Foto: Reprodução

Joana Duarte explica que o gaslighting é uma forma de abuso psicológico em que informações são distorcidas, seletivamente omitidas ou até mesmo inventadas para favorecer o abusador, com o intuito de fazer a vítima duvidar de sua própria memória, percepção e sanidade.

O termo tem origem na peça “Gas Light” de 1938, na qual um marido tenta enlouquecer sua esposa diminuindo propositalmente a intensidade das luzes a gás da casa e depois negando que algo tenha mudado quando ela percebe a diferença.

Esta forma de abuso emocional é altamente eficaz, já que faz com que a vítima questione seus próprios sentimentos, instintos e sanidade, conferindo ao parceiro abusivo um poder significativo.

Uma vez que o abusador consegue minar a confiança da vítima em suas próprias percepções, é mais provável que ela permaneça no relacionamento abusivo.

Normalmente, o abuso emocional ocorre de forma gradual e muitas vezes passa despercebido pela vítima.

Com o tempo, esses padrões abusivos se intensificam, levando a vítima a se tornar cada vez mais dependente do relacionamento e frequentemente se isolando de amigos e familiares.

O agressor utiliza diversas técnicas, desde negar os fatos – como “eu não quero ouvir isso novamente” ou “isso nunca aconteceu” -, até desvalorizar os sentimentos da vítima – “você está exagerando” e “não há motivo para tanto”.

O gaslighting pode ter consequências devastadoras na vida da pessoa abusada e pode resultar em problemas sérios como depressão, isolamento, ansiedade e confusão mental.

De acordo com o grupo Livre de Abuso – criado para ajudar, orientar e acolher vítimas de diversos tipos de abuso – para superar o gaslighting é crucial reconhecer os sinais e eventualmente aprender a confiar em si mesma novamente.

Diplomata Joana Duarte - Foto: Reprodução

Diplomata Joana Duarte – Foto: Reprodução

Os sinais de que você está sendo vítima de gaslighting incluem:

– Constante autoquestionamento.
– Repetidas vezes se perguntar se é sensível demais.
– Sentir-se constantemente confusa ou até mesmo enlouquecendo.
– Pedir desculpas frequentemente ao seu parceiro.
– Não compreender por que não está mais feliz apesar das coisas boas em sua vida.
– Justificar frequentemente o comportamento do seu parceiro para amigos, familiares ou até para si mesma.
– Esconder informações dos amigos e familiares para evitar explicações ou desculpas.
– Saber que algo está errado, mas não conseguir expressá-lo claramente nem para si mesma.
– Mentir para evitar distorções da realidade e críticas constantes.
– Dificuldade em tomar decisões simples.
– Sentir-se como uma pessoa muito diferente do que costumava ser – mais confiante, divertida e relaxada.
– Desesperança e desânimo.
– Sentir-se incapaz de fazer nada certo.
– Questionar se é uma parceira “boa o suficiente”.

Para saber mais sobre a diplomata e especialista em relacionamentos, siga o Instagram: @joana_duarte_

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