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Circe Afrodite: “Retratos de Uma Era a Fusão entre Arte, Tecnologia e Humanidade em Ilhabela”

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Em "Retratos de Uma Era", Circe mergulha em um universo onde a arte e a tecnologia se entrelaçam

A renomada artista plástica Circe Afrodite está imersa no Projeto Artístico “Retratos de Uma Era” em Ilhabela, uma jornada criativa que busca capturar a essência do ano de 2061 por meio de uma poderosa analogia entre a inteligência artificial e os seres humanos.

Com sua habilidade única de expressão artística, Circe pretende explorar as complexidades dessa relação em suas obras, revelando as nuances e desafios que envolvem a convivência entre a IA e a humanidade.

Ao embarcar nessa ousada empreitada, Circe visa despertar reflexões profundas sobre o futuro da tecnologia e o impacto que ela terá nas emoções, nas relações interpessoais e na própria identidade humana.

Por meio de suas pinceladas expressivas e técnicas inovadoras, ela busca transmitir uma mensagem de conscientização sobre os avanços tecnológicos e seu papel na sociedade.

Em “Retratos de Uma Era”, Circe mergulha em um universo onde a arte e a tecnologia se entrelaçam, criando um diálogo visual que nos convida a refletir sobre como a IA pode afetar nossa humanidade.

Circe Afrodite - Foto: Manoela Oliveira

Circe Afrodite – Foto: Manoela Oliveira

Ela retrata cenas futurista, onde seres humanos e IA coexistem e enfrentam desafios.

Suas obras capturam momentos íntimos, momentos de conexão emocional entre humanos e IA, momentos de questionamento sobre os limites da tecnologia.

Circe Afrodite utiliza cores vibrantes e contrastantes para transmitir a dualidade existente nessa relação complexa.

Seus retratos transmitem a expressão e as emoções dos personagens, sejam eles humanos ou IA, revelando a essência de cada ser retratado.

Ela busca mostrar que, apesar das diferenças, há uma conexão intrínseca entre a humanidade e a inteligência artificial, uma conexão que pode ser explorada e nutrida para um futuro mais promissor.

Ao contemplar as obras de Circe Afrodite em “Retratos de Uma Era”, somos convidados a questionar nossas próprias interações com a tecnologia e a considerar como podemos moldar um futuro em que a IA seja uma aliada, enriquecendo nossa experiência humana em vez de substituí-la.

Através da arte, Circe nos lembra da importância de preservar nossa humanidade, nossa criatividade e nossa capacidade de conexão emocional em um mundo cada vez mais dominado pela tecnologia.

Em Ilhabela, essa ilha paradisíaca que serve como pano de fundo para o projeto artístico, Circe encontra inspiração na natureza exuberante e na serenidade do ambiente.

Ela busca transmitir não apenas a beleza do lugar, mas também a fragilidade e a importância de preservá-lo em meio aos avanços tecnológicos.

Suas obras nos convidam a refletir sobre o equilíbrio entre progresso e preservação, entre o virtual e o real.

“Retratos de Uma Era” é mais do que uma simples exposição artística. É um convite para explorar nossa própria relação com a tecnologia, para questionar o futuro que estamos construindo e para celebrar a beleza da humanidade em todas as suas formas.

Circe Afrodite, com sua visão única e talento artístico, nos guia nessa jornada de descoberta e nos lembra da importância de manter nossa essência humana viva, mesmo em um mundo cada vez mais dominado pela IA.

O projeto está sendo elaborado juntamente com um Diretor, Produtor e Jornalista conhecido e uma renomada Jornalista e Designer de Moda, que ainda não podemos revelar os nomes.

Instagram: @circeafrodite

Fotografa: @fotografamanoela

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Depre libera mais de R$ 1,9 bilhão para pagamentos de precatórios nos meses de março e abril

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O Dr. Gustavo Bachega, Presidente do Instituto Brasileiro de Precatórios (IBP), destacou a importância dessa medida para os credores. “A liberação desse expressivo valor pela Depre demonstra o compromisso do Tribunal de Justiça de São Paulo em garantir o pagamento dos precatórios de forma célere e eficiente. Essa iniciativa é fundamental para assegurar a efetividade das decisões judiciais e o respeito aos direitos dos credores”, afirmou.

O Tribunal de Justiça de São Paulo, por meio da Diretoria de Execuções de Precatórios e Cálculos (Depre), disponibilizou um montante de R$ 1.965.397.299,88 para o pagamento de precatórios a mais de 20 mil credores nos meses de março e abril deste ano. Esse valor reflete os esforços da Justiça paulista em priorizar a quitação dessas dívidas judiciais.

O Dr. Gustavo Bachega, Presidente do Instituto Brasileiro de Precatórios (IBP), destacou a importância dessa medida para os credores. “A liberação desse expressivo valor pela Depre demonstra o compromisso do Tribunal de Justiça de São Paulo em garantir o pagamento dos precatórios de forma célere e eficiente. Essa iniciativa é fundamental para assegurar a efetividade das decisões judiciais e o respeito aos direitos dos credores”, afirmou.

No mês de março, foram liberados R$ 965.754.147,20 a 9.684 credores, enquanto em abril, o valor de R$ 999.643.152,68 foi disponibilizado a 11.117 mil credores. A maior parte dos recursos foi destinada às dívidas da Fazenda Pública Estadual, totalizando mais de R$ 919,5 milhões nos últimos dois meses, seguida pela Prefeitura de São Paulo, com R$ 620,9 milhões. Para as demais entidades, os pagamentos referentes ao período englobam R$ 424,9 milhões.

Considerando o período de janeiro a abril deste ano, a Depre já disponibilizou mais de R$ 4 bilhões em precatórios para mais de 37.862 credores. Desse total, R$ 1,9 bilhão corresponde a pagamentos relacionados à Fazenda do Estado de São Paulo (19.105 precatórios), R$ 1,16 milhão à Prefeitura de São Paulo (6.091 precatórios), R$ 344 milhões ao Instituto Nacional do Seguro Social (2.478 precatórios) e R$ 633 milhões às demais entidades devedoras (4.804 precatórios).

O Presidente do IBP destacou a atuação da Unidade de Processamento das Execuções Contra a Fazenda Pública (Upefaz) na Capital. “A Upefaz desempenha um papel fundamental ao expedir os mandados de levantamento, documentos que viabilizam o saque dos precatórios da Fazenda Estadual e da Prefeitura de São Paulo que seguem a ordem cronológica de pagamento. Nos meses de março e abril, o setor emitiu 11.966 mandados, movimentando quase R$ 944 milhões”, explicou Bachega.

O Tribunal de Justiça é responsável por organizar as filas de precatórios devidos pelo estado, municípios e autarquias sob sua jurisdição. As entidades devedoras depositam os valores em uma conta, e a Depre realiza os pagamentos de acordo com a ordem cronológica e a natureza do caso. Os credores também têm a possibilidade de fazer acordos com os órgãos públicos para receber antecipadamente, com alguma desvalorização.

Dr. Gustavo Bachega - Foto divulgação

Dr. Gustavo Bachega – Foto divulgação

Bachega enfatizou a importância da atuação do Tribunal de Justiça na gestão dos precatórios. “O trabalho realizado pela Depre e pela Upefaz é essencial para garantir a efetividade do sistema de precatórios. Ao organizar as filas de pagamento e viabilizar a expedição dos mandados de levantamento, o Tribunal de Justiça de São Paulo contribui para a concretização dos direitos dos credores e para a segurança jurídica”, concluiu.

A liberação de mais de R$ 1,9 bilhão para pagamentos de precatórios nos meses de março e abril pela Depre representa a continuidade da quitação dessas dívidas judiciais. Essa medida, além de assegurar os direitos dos credores, contribui para o fortalecimento da economia e para a credibilidade do sistema de justiça.

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Piloto Wallace Martins participa da gravação de minissérie sobre a vida de Ayrton Senna

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O piloto de Fórmula Delta, Wallace Luiz Martins, gestionado pelo Grupo CALONE®, fez uma participação na minissérie que vai retratar a trajetória de Ayrton Senna. Ele conta que foram 10 dias de gravações no kartódromo de Limeira, no interior de São Paulo, além da emoção de participar do projeto e poder dirigir um kart dos anos 1980. “A geração é muito diferente. Os karts eram muito mais leves, com velocidade absurda. Os karts não eram refrigerados à água como hoje. Eram refrigerados a ar. Foi muito divertido, muito legal mesmo. Só tenho a agradecer”, comenta.

A Netflix deve lançar ainda este ano, em seis episódios e com direção de Vicente Amorim, a minissérie “Senna”. A narrativa vai mostrar o início da carreira até o fatídico acidente no Grande Prêmio de Fórmula 1, em Ímola, na Itália, em 1994, que culminou na morte do piloto.

No começo do mês, o serviço de streaming divulgou um teaser mostrando imagens da produção. O ator Gabriel Leone interpreta Senna. Ele declarou em entrevistas sobre a responsabilidade e o desafio para a sua carreira ao viver o piloto na ficção.

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Influenciadores digitais estão na mira do Congresso e das autoridades; divulgação de jogos on-line é o motivo

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Especialista diz ser um marketing que engana as pessoas, pois os influenciadores falam só dos ganhos, ostentam padrão de vida alto e até divulgam os jogos como renda extra. Cria-se uma imagem de que eles estão prosperando, quando, na verdade, o ganho é devido à propaganda do link, não aos lucros do jogo

Os influenciadores digitais que fazem a divulgação de jogos on-line, apostas esportivas, estão na mira da Receita Federal, Polícias Federal e Estadual e Congresso. De acordo com a advogada Adélia Soares, é um segmento chamado limbo jurídico. Ela explica que a legislação está desatualizada. A proibição aos chamados jogos de azar data de 1946, decreto de lei 9.215. “Nessa legislação, não se fala da modalidade on-line porque à época não existia internet. Hoje, o que os influenciadores fazem, não existe uma proibição na lei. No Congresso, nós temos tantos projetos de lei no sentido de proibir em razão das pessoas que acabam se viciando, da falta de controle, como os influenciadores que acabam utilizando uma ostentação para fazer as pessoas acreditarem naquele jogo”, aponta.

No entanto, conforme a advogada, a maioria das casas de apostas não possuem sede no Brasil e nem CNPJ. Quando a pessoa joga, faz a aposta e não recebe o valor do prêmio, ela fica sem ter a quem reivindicar. “Em pouco tempo, nós teríamos a regulamentação desse segmento, a aprovação do funcionamento, porém, com regras que possam acompanhar, que possam ter punições, que possam ter um acordo. Em 2018, nós tivemos um decreto-lei, assinado pelo presidente Michel Temer, o 13.756, que tornou legal a atividade de casas de apostas esportivas no Brasil. Porém, ficou pendente de regulamentação”, comenta.

Adélia ainda reforça que a partir do momento que isso acontecer, essas casas poderão atuar no país, o governo brasileiro vai poder arrecadar impostos e haverá mais segurança jurídica para os apostadores. Eles terão como acompanhar se realmente ganharam, podendo retirar o dinheiro da plataforma, além da possibilidade de reclamar e ingressar com uma ação na justiça, porque vai ter um representante no Brasil. “Para as casas de apostas isso está sendo uma grande sacada. Elas acabam ganhando, explorando o mercado sem prestar contas a ninguém, sem recolher imposto. Se tiver uma reclamação, não respondem. Se tiver um processo, não respondem. É como se fosse uma terra de ninguém”, pontua.

A responsabilidade dos influenciadores

Adélia lembra que os influenciadores estão sendo responsabilizados pelas apostas on-line. “Temos instrumentos legais que possibilitam isso. O próprio Código de Defesa do Consumidor impõe a responsabilidade objetiva e solidária de quem faz a divulgação. Já temos vários influenciadores condenados por esse tipo de situação, porque a loja é on-line e do dia para noite aquele endereço virtual desaparece. Não tem como responsabilizá-la. A lei determina a responsabilidade solidária e objetiva de quem faz a publicidade”, esclarece. Além disso, como conta a advogada, são investigados outros tipos de crime dentro desses procedimentos, como lavagem de dinheiro, de sonegação fiscal, crime de contravenção de jogos de azar.

Adélia chama atenção que o influenciador pode ser responsabilizado e penalizado tanto na esfera criminal quanto na penal. “Fora isso, tem na esfera civil. Ele pode ser responsabilizado a indenizar as pessoas que tiveram prejuízos. E também pode ser penalizado até mesmo dentro da plataforma, que é um instrumento de trabalho, no caso, o perfil no Instagram. Nós estamos falando de influenciadores com milhões de seguidores. Eles começam a fazer esse tipo de divulgação e por meio de uma ação judicial, pelo fato de estar associando o perfil para o cometimento de crime, ele pode vir inclusive a perdê-lo”, destaca.

Adélia Soares - Foto divulgação

Adélia Soares – Foto divulgação

A advogada acredita que vai acontecer a regulamentação e a autorização para os jogos. “Percebemos que tem muita gente que gosta de fazer apostas, de jogar. Então, por conta disso, eu entendo que o governo vai liberar até como meio de obter receita neste nicho de mercado”, conclui.

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