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O Diário da Lótus, o livro

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Por que um diário? Porque foi a forma que o autor encontrou para exprimir, pelos olhos dela, o que ele mesmo estava passando. Escrever o diário da Lotus foi a forma de compartilhar aquilo que ele ganhou quando decidir adotá-la.

@freitasfariasescritor - Foto: Reprodução

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O que ganhou? Ganhou um amor incondicional que ultrapassa os limites de nossos sentimentos. Ganhou uma companhia sincera que quando não quer passear, não adianta oferecer petiscos que a poucos passos ela emperra e não arreda as patas.  Ganhou carinhos, principalmente, naqueles momentos em que fica melancólico ou com algum problema de saúde. Nesses momentos, quando ele senta no sofá, ela sobe e fica ao seu lado lambendo seus braços e suas mãos como a dizer “estou aqui”.

@freitasfariasescritor - Foto: Reprodução

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Adota-la, não foi somente para protege-la mas para proteger a ele mesmo.

Um dia você está na cama e na madrugada, sua vida passa na sua frente como se fosse um filme, as vezes colorido, as vezes preto e branco. Aquele turbilhão de coisas não te deixa dormir, enquanto sua esposa dorme o sono dos justos.

De manhã, tudo começa de novo e de novo e de novo. E assim ficam muitos dias com aquelas cenas que não saem da sua frente e sem menos esperar você acaba caindo em um precipício que não tem fundo.

@freitasfariasescritor - Foto: Reprodução

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Você tenta se agarrar em alguma coisa, mas tudo é fluido. O que está acontecendo? Por que ele não encontra mais sentido para nada? Mesmo as coisas mais simples, como sair no portão, dá uma caminhada pela rua, sem destino predefinido; um passeio no shopping para ver gente; um cineminha; um jantar com amigos; um encontro com os amigos corredores de longa data. Tudo é muito difícil. Muitas vezes ele se pega chorando, escondido, sem saber porquê.

@freitasfariasescritor - Foto: Reprodução

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E a depressão começa a se instalar!

Um dia sua filha encaminha uma mensagem: “pai você precisa fazer algo. Você precisa adotar um gato ou um cachorrinho para ter o que fazer”. Naquele momento aquela mensagem doeu mais, foi como se um punhal, longo e fino me espetasse até o coração.

@freitasfariasescritor - Foto: Reprodução

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Alguns dias depois ela encaminha a foto de uma cadelinha preta, com patinhas brancas que a cachorra de uma amiga havia parido. Ele olhou diversas vezes para aquela foto e o turbilhão na cabeça veio feito uma tempestade, corroía todo seu corpo. Teve medo, muito medo!

Sua esposa não queria mais adotar nenhum animal porque acabavam presos a eles e não poderíamos mais sair sem a preocupação de voltar para casa e ela o lembrou da dor da perda dos outros animais que adotaram. Ele teve medo novamente.

@freitasfariasescritor - Foto: Reprodução

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Uma manhã, após uma noite de pesadelos, o autor voltou a olhar para aquela foto e sentiu que os olhinhos dela o fitam, mas na verdade ele é quem a fitava. Conversou com a esposa e ela concordou, mas impôs uma condição: ele teria que cuidar dela.

Hoje, a Lótus Farias é mais que uma cadelinha. Hoje ela é quase parte dele mesmo. Foi mais um ato de amor que compartilhamos incondicionalmente.

Quer conhecer a Lótus Farias e adquirir a obra, clique aqui  https://acesse.one/agsJh

Acompanhe o Escritor pelo Instagram @freitasfariasescritor

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Depre libera mais de R$ 1,9 bilhão para pagamentos de precatórios nos meses de março e abril

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O Dr. Gustavo Bachega, Presidente do Instituto Brasileiro de Precatórios (IBP), destacou a importância dessa medida para os credores. “A liberação desse expressivo valor pela Depre demonstra o compromisso do Tribunal de Justiça de São Paulo em garantir o pagamento dos precatórios de forma célere e eficiente. Essa iniciativa é fundamental para assegurar a efetividade das decisões judiciais e o respeito aos direitos dos credores”, afirmou.

O Tribunal de Justiça de São Paulo, por meio da Diretoria de Execuções de Precatórios e Cálculos (Depre), disponibilizou um montante de R$ 1.965.397.299,88 para o pagamento de precatórios a mais de 20 mil credores nos meses de março e abril deste ano. Esse valor reflete os esforços da Justiça paulista em priorizar a quitação dessas dívidas judiciais.

O Dr. Gustavo Bachega, Presidente do Instituto Brasileiro de Precatórios (IBP), destacou a importância dessa medida para os credores. “A liberação desse expressivo valor pela Depre demonstra o compromisso do Tribunal de Justiça de São Paulo em garantir o pagamento dos precatórios de forma célere e eficiente. Essa iniciativa é fundamental para assegurar a efetividade das decisões judiciais e o respeito aos direitos dos credores”, afirmou.

No mês de março, foram liberados R$ 965.754.147,20 a 9.684 credores, enquanto em abril, o valor de R$ 999.643.152,68 foi disponibilizado a 11.117 mil credores. A maior parte dos recursos foi destinada às dívidas da Fazenda Pública Estadual, totalizando mais de R$ 919,5 milhões nos últimos dois meses, seguida pela Prefeitura de São Paulo, com R$ 620,9 milhões. Para as demais entidades, os pagamentos referentes ao período englobam R$ 424,9 milhões.

Considerando o período de janeiro a abril deste ano, a Depre já disponibilizou mais de R$ 4 bilhões em precatórios para mais de 37.862 credores. Desse total, R$ 1,9 bilhão corresponde a pagamentos relacionados à Fazenda do Estado de São Paulo (19.105 precatórios), R$ 1,16 milhão à Prefeitura de São Paulo (6.091 precatórios), R$ 344 milhões ao Instituto Nacional do Seguro Social (2.478 precatórios) e R$ 633 milhões às demais entidades devedoras (4.804 precatórios).

O Presidente do IBP destacou a atuação da Unidade de Processamento das Execuções Contra a Fazenda Pública (Upefaz) na Capital. “A Upefaz desempenha um papel fundamental ao expedir os mandados de levantamento, documentos que viabilizam o saque dos precatórios da Fazenda Estadual e da Prefeitura de São Paulo que seguem a ordem cronológica de pagamento. Nos meses de março e abril, o setor emitiu 11.966 mandados, movimentando quase R$ 944 milhões”, explicou Bachega.

O Tribunal de Justiça é responsável por organizar as filas de precatórios devidos pelo estado, municípios e autarquias sob sua jurisdição. As entidades devedoras depositam os valores em uma conta, e a Depre realiza os pagamentos de acordo com a ordem cronológica e a natureza do caso. Os credores também têm a possibilidade de fazer acordos com os órgãos públicos para receber antecipadamente, com alguma desvalorização.

Dr. Gustavo Bachega - Foto divulgação

Dr. Gustavo Bachega – Foto divulgação

Bachega enfatizou a importância da atuação do Tribunal de Justiça na gestão dos precatórios. “O trabalho realizado pela Depre e pela Upefaz é essencial para garantir a efetividade do sistema de precatórios. Ao organizar as filas de pagamento e viabilizar a expedição dos mandados de levantamento, o Tribunal de Justiça de São Paulo contribui para a concretização dos direitos dos credores e para a segurança jurídica”, concluiu.

A liberação de mais de R$ 1,9 bilhão para pagamentos de precatórios nos meses de março e abril pela Depre representa a continuidade da quitação dessas dívidas judiciais. Essa medida, além de assegurar os direitos dos credores, contribui para o fortalecimento da economia e para a credibilidade do sistema de justiça.

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Piloto Wallace Martins participa da gravação de minissérie sobre a vida de Ayrton Senna

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O piloto de Fórmula Delta, Wallace Luiz Martins, gestionado pelo Grupo CALONE®, fez uma participação na minissérie que vai retratar a trajetória de Ayrton Senna. Ele conta que foram 10 dias de gravações no kartódromo de Limeira, no interior de São Paulo, além da emoção de participar do projeto e poder dirigir um kart dos anos 1980. “A geração é muito diferente. Os karts eram muito mais leves, com velocidade absurda. Os karts não eram refrigerados à água como hoje. Eram refrigerados a ar. Foi muito divertido, muito legal mesmo. Só tenho a agradecer”, comenta.

A Netflix deve lançar ainda este ano, em seis episódios e com direção de Vicente Amorim, a minissérie “Senna”. A narrativa vai mostrar o início da carreira até o fatídico acidente no Grande Prêmio de Fórmula 1, em Ímola, na Itália, em 1994, que culminou na morte do piloto.

No começo do mês, o serviço de streaming divulgou um teaser mostrando imagens da produção. O ator Gabriel Leone interpreta Senna. Ele declarou em entrevistas sobre a responsabilidade e o desafio para a sua carreira ao viver o piloto na ficção.

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Influenciadores digitais estão na mira do Congresso e das autoridades; divulgação de jogos on-line é o motivo

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Especialista diz ser um marketing que engana as pessoas, pois os influenciadores falam só dos ganhos, ostentam padrão de vida alto e até divulgam os jogos como renda extra. Cria-se uma imagem de que eles estão prosperando, quando, na verdade, o ganho é devido à propaganda do link, não aos lucros do jogo

Os influenciadores digitais que fazem a divulgação de jogos on-line, apostas esportivas, estão na mira da Receita Federal, Polícias Federal e Estadual e Congresso. De acordo com a advogada Adélia Soares, é um segmento chamado limbo jurídico. Ela explica que a legislação está desatualizada. A proibição aos chamados jogos de azar data de 1946, decreto de lei 9.215. “Nessa legislação, não se fala da modalidade on-line porque à época não existia internet. Hoje, o que os influenciadores fazem, não existe uma proibição na lei. No Congresso, nós temos tantos projetos de lei no sentido de proibir em razão das pessoas que acabam se viciando, da falta de controle, como os influenciadores que acabam utilizando uma ostentação para fazer as pessoas acreditarem naquele jogo”, aponta.

No entanto, conforme a advogada, a maioria das casas de apostas não possuem sede no Brasil e nem CNPJ. Quando a pessoa joga, faz a aposta e não recebe o valor do prêmio, ela fica sem ter a quem reivindicar. “Em pouco tempo, nós teríamos a regulamentação desse segmento, a aprovação do funcionamento, porém, com regras que possam acompanhar, que possam ter punições, que possam ter um acordo. Em 2018, nós tivemos um decreto-lei, assinado pelo presidente Michel Temer, o 13.756, que tornou legal a atividade de casas de apostas esportivas no Brasil. Porém, ficou pendente de regulamentação”, comenta.

Adélia ainda reforça que a partir do momento que isso acontecer, essas casas poderão atuar no país, o governo brasileiro vai poder arrecadar impostos e haverá mais segurança jurídica para os apostadores. Eles terão como acompanhar se realmente ganharam, podendo retirar o dinheiro da plataforma, além da possibilidade de reclamar e ingressar com uma ação na justiça, porque vai ter um representante no Brasil. “Para as casas de apostas isso está sendo uma grande sacada. Elas acabam ganhando, explorando o mercado sem prestar contas a ninguém, sem recolher imposto. Se tiver uma reclamação, não respondem. Se tiver um processo, não respondem. É como se fosse uma terra de ninguém”, pontua.

A responsabilidade dos influenciadores

Adélia lembra que os influenciadores estão sendo responsabilizados pelas apostas on-line. “Temos instrumentos legais que possibilitam isso. O próprio Código de Defesa do Consumidor impõe a responsabilidade objetiva e solidária de quem faz a divulgação. Já temos vários influenciadores condenados por esse tipo de situação, porque a loja é on-line e do dia para noite aquele endereço virtual desaparece. Não tem como responsabilizá-la. A lei determina a responsabilidade solidária e objetiva de quem faz a publicidade”, esclarece. Além disso, como conta a advogada, são investigados outros tipos de crime dentro desses procedimentos, como lavagem de dinheiro, de sonegação fiscal, crime de contravenção de jogos de azar.

Adélia chama atenção que o influenciador pode ser responsabilizado e penalizado tanto na esfera criminal quanto na penal. “Fora isso, tem na esfera civil. Ele pode ser responsabilizado a indenizar as pessoas que tiveram prejuízos. E também pode ser penalizado até mesmo dentro da plataforma, que é um instrumento de trabalho, no caso, o perfil no Instagram. Nós estamos falando de influenciadores com milhões de seguidores. Eles começam a fazer esse tipo de divulgação e por meio de uma ação judicial, pelo fato de estar associando o perfil para o cometimento de crime, ele pode vir inclusive a perdê-lo”, destaca.

Adélia Soares - Foto divulgação

Adélia Soares – Foto divulgação

A advogada acredita que vai acontecer a regulamentação e a autorização para os jogos. “Percebemos que tem muita gente que gosta de fazer apostas, de jogar. Então, por conta disso, eu entendo que o governo vai liberar até como meio de obter receita neste nicho de mercado”, conclui.

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